sábado, 18 de setembro de 2010

Everything

Find me there,
And speak to me
I want to feel you
I need to hear you
You are the light
That's leading me to the place
Where I find peace.. again

You are the strength
That keeps me walking
You are the hope
That keeps me trusting
You are the life
To my soul
You are my purpose
You're everything

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this

You calm the storms
And you give me rest
You hold me in your hands
You won't let me fall
You steal my heart
And you take my breath away
Would you take me in
Take me deeper, now

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this

'Cause you're all that I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
Everything, everything!


...

LOVE YOU.

domingo, 15 de agosto de 2010

Love is in the air




E o que são quatro meses?
Pensemos; em eras de tempo humano, muito provávelmente, 4 meses não significam nada.
Mas, sejamos sinceros e honestos: Quem disse que medida de tempo estabelece o certo ou errado, o bom ou ruim, o X ou Y?
Até porque, meus caros, confesso-lhes; foram 4 meses de tamanha intensidade, tamanhas descobertas... que parece-me que foram muito mais duradouros.
Mas, fundamentalmente... 4 meses felizes. Muito provávelmente os mais felizes de todos os quatro meses de todos os tempos. E que esses 4, se perdurem por outros 4; anos, décadas, séculos quem sabe... a imortalidade da alma se baseia no amor.
Que palavra maravilhosa essa, não? O amor. Precisamos de mais amor em nossas vidas; e menos inveja, menos rancor, etc, etc, etc... e, confesso-lhes, esses foram os 4 meses com muito amor em minha vida. E confissões, desabafos, medos, anseios, diferenças, cumplicidade, risadas, paixão, tesão, companheirismo, cuidados, carinho... enfim, amor.

E como eu poderia não me apaixonar por você?

Você é tudo o que preciso; o resto, meu amor... é o resto. E continuemos a crescer juntos.

Love you.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Manhattan Project

06/08/1945.
65 anos do "Projeto Manhattan"; projeto esse que deu início a construção da bomba atômica.
Pensei em um texto que chegasse meramente perto de resumir toda as relatividades do tema proposto, mas não.
Pensei em uma música que fala sobre o tema, sendo assim:


RUSH - MANHATTAN PROJECT - By Neil Peart


Imagine a time when it all began
In the dying days of a war
A weapon that would settle the score
Whoever found it first
Would be sure to do their worst
They always had before...

Imagine a man where it all began
A scientist pacing the floor
In each nation always eager to explore
To build the best big stick
To turn the winning trick
But this was something more...

Refrão:
The big bang took and shook the world
Shot down the rising sun
the end was begun it would hit everyone
When the chain reaction was done
The big shots try to hold it back
Fools try to wish it away
The hopeful depend on a world without end
Whatever the hopeless may say

Imagine a place where it all began
They gathered from across the land
To work in the secrecy of the desert sand
All of the brightest boys
To play with the biggest toys
More than they bargained for...

Refrão 2:
The big bang took and shook the world
Shot down the rising sun
The hopeful depend on a world without end
Whatever the hopeless may say

Imagine a man when it all began
The pilot of "Enola Gay"
Flying out of the shockwave on that August day
All the powers that be, and the course of history,
Would be changed for evermore...

Refrão:
The big bang took and shook the world
Shot down the rising sun
the end was begun it would hit everyone
When the chain reaction was done
The big shots try to hold it back
Fools try to wish it away
The hopeful depend on a world without end
Whatever the hopeless may say

Refrão 2:
The big bang took and shook the world
Shot down the rising sun
The hopeful depend on a world without end
Whatever the hopeless may say

domingo, 11 de julho de 2010

Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Ah, meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas em jornais de folhas,
amiúde...
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de
vênus
Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra
vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over baby! Freud
explica
Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica por que o sexo é assunto popular.

No mais
Estou indo embora
No mais
Estou indo embora
No mais...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

For you

Se pensarmos, devemos nossas vidas ao acaso; ou destino, como alguns acreditam (inclusive, em parte, este que vos escreve).
Qual a probabilidade do amor? É possível estabelecer parâmetro em sua essência, fundamentalmente, complexa? Porque nos momentos em que menos esperamos, as coisas, simplesmente... acontecem?
Dizer que isso pouco importa seria falho, sem dúvida. Pois, confesso, não paro de pensar nisso. A química instantânea, imediata, invencível... você. Aparentemente, lhe amei imediatamente. E como poderia ser diferente?
Se estava perdido, pareceu-me, sincera e honestamente, recíproco. Atípico, absolutamente atípico... mas, contudo, porém, entretanto, toda-via... verídico. Foi real... mais real do que o poço vazio em essência que nos rodeia na "vida noturna". E você, simplesmente, me compreendeu. Tão sincero teu gostar altruista, bem assim, como sou, que me comoveu. E, ainda que na flor da idade, ao pensarmos que já vivenciamos emoções extremadas suficientes... surge você. Amor, fogo, paixão, solidariedade, preocupação, companheirismo, altruismo... enfim, amor. E, é claro, felicidade. Pois, confesso-lhe... no "ser", felicidade incomparável.
Aparentemente, o simples fato de sermos humanos já é suficientemente dramático para todos nós; não é preciso ser poeta performático ou viciado em drogas para vivenciarmos emoções extremadas; basta amar alguém. Assim como eu te amo. Desesperadamente. E, muito provávelmente, é contigo que, por tempo indeterminado, quero ficar. É bom que saiba. Pois homem realizado como eu... não há.

A pessoa maravilhosa que és e a tudo aquilo que me representa eu lhe digo:

Meu amor, meu grande e ÚNICO amor, um felicíssimo aniversário.


Do teu amado,

Cauê Cruz Rodrigues.

domingo, 20 de junho de 2010

Ciclos

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

terça-feira, 8 de junho de 2010

Aos "mestres" com carinho

Bem dizem que uma paixão simplesmente NÃO esquecemos.

Pois bem, confesso, afastei-me. Profissionalmente amadureci, busquei novos horizontes, portanto, não poderia ser diferente: musicalmente, sou outro.

Precisei dar menos atenção a paixão e mais aos ouvidos - literalmente e com o perdão do trocadilho - a razão.

Porém...

um novo lançamento, um novo acorde, uma nova melodia, uma nova hamonia, novas convenções, enfim... acabaram por me derreter.

Aos mestres, Alex, Geddy and Neil, com carinho. RUSH!

Voltei a ouvir, e foi quase que como a primeira vez; inesquecível, embasbacante, único. Deus os abençoe. Sem eles minha vida seria, sem a menor dúvida, muito mais vazia.

Why are we here?
Because we´re here
Roll the bones... roll the bones.

E que venha Clockwork Angels. E que venham as letras e frases maravilhosas do mestre Peart, a genialidade e experimentalismo únicos do mestre Lifeson e a magia negra de mestre Lee.

Parafraseando meu amigo Johnny,

RUSH É LINDO.

E como um certo fã que voz escreve disse, certa vez em entrevista a MTV,

Rush é como whisky; Quanto mais velho, MELHOR!



Crazy Diamond.