domingo, 20 de março de 2011

Perfeição





A coisa mais linda que já senti, é estar afim de você, é te abraçar e não querer te perder, é me apaixonar e não querer sofrer, é te beijar e sentir o gosto de viver, mulher perfeita.

A coisa mais ardente que já senti é essa paixão, é pular e não querer cair, é te beijar e sentir o gosto do viver, é pensar que você é a mulher perfeita mesmo sem acreditar em perfeição.

Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os seios, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.

Ainda que pareça exagero,
Declarar-te é um ansêio;
Para mim, és perfeita... pois você me completa.


Love you.

;)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Always on my mind

Maybe I didn't treat you,
Quite as good as I should have.
Maybe I didn't love you,
Quite as often as I could have.

Little things I should have said and done,
I just never took the time.
You were always on my mind.
You were always on my mind.

Maybe I didn't hold you,
All those lonely, lonely times.
And I guess I never told you,
I'm so happy that you're mine.

If I made you feel second best,
Girl I'm sorry, I was blind.
You were always on my mind.
You were always on my mind.

Tell me.
Tell me that your sweet love hasn't died.
Give me.
Give me one more chance to keep you satisfied.
Satisfied.

terça-feira, 8 de março de 2011

É Carnaval, É Salvador.

Para mim, não existe quarta-feira de cinzas; não. E, para quem não sabe, a quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Não por acaso, gradativamente, o culto essencial que envolve tal dia passou a ser o pós-carnaval. Assim sendo, no meu caso atual, por fim, existe sim, a "terça-feira de cinzas"; pois hoje findou-se uma saga, minimamente... peculiar.



"Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele." - By Platão.



Minha viagem à Salvador foi, durante tanto tempo, uma enorme incerteza. Desde que conheci Agata (amor de minha vida) tanto se falou à respeito do mais famoso e considerado pela sabedoria popular (que foge ao núcleo "global" carioca) muitas vezes como o melhor carnaval do mundo; O Carnaval em Salvador é realmente diferente. E sempre me foi absolutamente claro o desejo de meu amor e de outras pessoas queridas (salvo raríssimas excessões) que, por conscequência, acabaram entrando também em minha vida de ir, em 2011, à festa mais " popularmente requintada" de nosso país.

Mas, é claro, não foi nada fácil realizar tais desejos, é claro que não foi.





Passei, admito, por períodos absolutamente instáveis e, por diversos motivos diferentes, achei, em determinado momento, que infelizmente seria impossível compartilhar, ao lado de pessoas tão importantes para mim, a festa do carnaval em Salvador.

Falei ao meu amor, mais de uma vez, para ela ir sem mim. Eu juro a vocês; do ponto de vista de ciúmes eu não me importaria quiçá acharia justo tentar mudar seus planos, traçados antes mesmo de eu entrar em sua vida.

E aqui, como não poderia ser diferente é claro, começo a enaltecer o enorme privilégio de ter (e sido) escolhido conviver com a mulher única que é Agata Cristina Delfino; Com sua enorme generosidade, amor, companheirismo, beleza interior e N afins, a mesma por sua vez me confessara, também mais de uma vez, que ela jamais conseguiria ir sem mim.

E, acreditem-me, são esses pequenos gestos que fazem toda a diferença em nossas vidas. Uma frase sincera que nos faz sentir tão amados, tão especiais... que nos fazem ser mais fortes e levar isso consigo para toda a vida.

Enfim.

A responsável por viabilizar nosso desejo... foi única e exclusivamente o amor de minha vida. Diga-se de passagem, não por acaso amor de minha vida ;) .

Posteriormente, após um esforço intelectual tamanho, uma engenharia financeira incomparável, finalmente confirmamos nossa tão sonhada viagem à Salvador.

E vocês acham que os problemas se findaram??? Nããããão!

Foram realmente incontáveis os - e agora peço licença para perder a elegância - inúmeros invejosos que, intimamente, desejaram nosso (meu e de Agata) fracasso em Salvador. Ou vocês acham que é qualquer mulher que faz o que Agata fez por mim???

E como uma imagem vale mais do que mil palavras:





Aos invejosos que me lêem, faço um convite: analisem a foto e reflitam:

Nós parecemos em crise?
Nós parecemos ter brigado?
Nós parecemos infelizes?

Pois é.

Aproveito o assunto para retratar algo a quem possa interessar: No Carnaval em Salvador, não existe - perdendo a elegância novamente - "pegação" anormal. No Carnaval em Salvador, não existe o "ninguém ser de ninguém". O Carnaval em Salvador, caros amigos, é como a balada que você frequenta; há música, há bebida alcoólica, há solteiros, há casais, e, fundamentalmente, salvo raríssimas exceções, tanto eu como Agata não sofremos absolutamente nenhum tipo de desrespeito; Em suma, dá para curtir demais como casal SIM. Deixemos, apenas por um instante, de sermos completos ignorantes, animalescos e irracionais seres para, em contra partida, pensarmos livres de preconceito. Se não há confiança, se não há confidencialidade, nada dá certo. Independetemente se for para passar o Carnaval em Salvador ou para frequentar a Igreja Universal do Reino de Deus às sextas-feiras a noite.

Enfim.

A título de desabafo, é isso meus amigos, que faz nosso amor, meu e de Agata, ser tão especial; nós somos diferentes sim. Ok?



"A spirit with a vision is a dream... with a mission" - By Neil Peart.



Por fim, chegamos à terra que teve, outrora, Antônio Carlos Magalhães como sua imagem e, por vezes, semelhança. Atualmente, não resta dúvidas, Ivete Sangalo (a grande, por assim dizer, "Diva" brasileira do momento) tomou o posto de ACM e isto fica claro em inúmeros outdoors espalhados pela cidade.

E, caros amigos, a realidade de nosso nordeste brasileiro ainda é triste. Salvador, grande berço africano / brasileiro, é extremamente pobre; a festa do carnaval é destinada quase que única e exclusivamente aos turistas enquanto seu povo trabalha como pode para garantir seu sustento próprio. A cidade é simples, arcaica, fétida, mal cuidada, mal estruturada, enfim. Seu povo, na grande maioria dos casos, é realmente tão hospitaleiro quanto leva sua fama; o que nos garantiu, na maioria dos dias, passeios tranquilos, diversão garantida e afins. Fica aqui uma crítica aos governantes da prefeitura de Salvador; os lucros do Carnaval, que são evidentemente exorbitantes, deveriam ser destinados a melhor conservação de sua cidade e qualidade de vida de seu povo; Tanto pelo lado humano quanto pelo próprio lado político (investimento atraí investimento).

Chegada à hora de curtirmos a festa em si, nos programamos dividindo os dias entre acessos aos melhores (ao menos na minha modesta opinião) camarotes do circuito "Barra Ondina" e saímos, acreditem se quiser, um dia em um bloco; Para quem não sabe, o "bloco" é composto por pessoas que seguem o trio elétrico pela orla do circuito.

A infra-estrutura oferecida pelo camarote é realmente incomparável. Um ótimo espaço físico, uma ótima vista dos principais trios elétricos do Carnaval, "all inclusive" de comidas e bebidas diversas, massagistas disponíveis e, pasmem: Um cinema improvisado com vista para o mar.

E, pasmem novamente: Até eu, Cauê, vulgo Crazy Diamond, escritor de gaveta, autor do blog "Planeta Música Inteligente", curti (para usar uma gíria sulista para variar) um monte toda a essência da música baiana; não fazendo citações nominais, mas a energia dos trios elétricos é realmente algo incomparável.

Como técnico de som, luthier, roadie, músico e afins, a experiência que Salvador me trouxe foi incomparável; o domínio do público, a comunicação visual entre músico / artista, a comunicação visual entre roadies e técnico de som, enfim, é vibrante. Pequenos percausos sertanejos apenas enalteceram o quanto nós, reles mortais sulistas, precisamos evoluír para chegarmos perto do swing, malícia e vibração da música nordestina.

Aprendamos com eles! E valorizemos a cultura afro brasileira, nordestina e afins; Mesmo sem gostar, é importante tentar entender e, fundamentalmente, respeitar tal essência musical.



"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original." - By Albert Einstein



No dia seguinte, por um desejo de quase todos e por quase felicidade geral da nação (risos), fomos aos famosos blocos do carnaval baiano.





Amigo, que muvuca. Quase um sadomasoquismo, em minha modesta opinião. O empurra empurra é apenas comparável (o que é notável) a estação de metrô paulistana "Praça da Sé" em seus horários de pico populacional; Empurra-empurra, corre-corre e afins. Mas, como diría o baiano, ao turista é fundamental conhecer ao menos um dia o que popularizou o carnaval soteropolitano; e, com certeza, valeu e muito apena.

Acompanhamos o até então desconhecido (de minha pessoa, é claro) "Tomate" e banda e os mesmos ARREBENTARAM. Baita execução, baita energia, músicos de primeiríssima linha, enfim. Experiência válida, "apesar dos pesares".

Por fim, conheci o centro histórico soteropolitano, e permanecemos mais dois dias no camarote Harén. E foi lindo...

Gostaria de agradecer aos amigos lá residentes Ricardo e Ana por toda vossa enorme hospitalidade, prestação de serviços e afins; se tivéssemos mais pessoas como estes em São Paulo, sem sombra de dúvidas, aqui seria um lugar ainda melhor para se viver.

E, essencialmente, o que fica são única e exclusivamente as boas lembranças; e não foram poucas, confesso. Já sinto falta dos dias atípicos passados na terra do sol quente; e muito mais do que lembranças musicais, ficam as lembranças amorosas.


"Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo." - By Lao-Tsé


Meu amor,


apenas quando durmo longe de ti me dou conta do quanto preciso, para o resto de meus dias, dormir ao teu lado. Somente ao acordar e não compartilhar teu mau humor matinal me dou conta que eu fico mau humorado se não posso mimar você. É somente quando fico bravo e você me olha, compreensiva, que sei que posso continuar e que preciso melhorar... só se for por você.

Por lá, você é minha rainha. Por aqui, é minha vida. Mas em todos lugares do universo é a mulher que mora em meu coração.

Mulher assim, que nem você, apenas uma. É preciso encanto, magia, beleza, leveza ímpar e determinação de saber ser mulher. Aquela que sofre com as desigualdades, mas luta em prol da justiça sem jamais perder o caminho traçado por si com garra e esperança. Valente, corajosa, audaciosa. Desafia mais difíceis intempéries. Não foge à luta, embora preze sempre pela paz.

Uma mulher que vibra, mulher de fibra, que sonha e transforma em realidade. Mulher que entontece com rosto exuberante, corpo perfumado, olhos brilhantes, curvas suaves, cabelos sedosos, boca que é puro desejo e que provoca estranhas sensações de querer mais depois de tão sublimes momentos, do êxtase até então pleno, quando o coração acelerado deixa que o olhar torne desnecessárias as palavras; silêncio tão-somente findado por suspiros calmos e uma paz que, sem pedir licença, domina a alma de quem, simplesmente, a abraça, rogando aconchego, proteção, afeto.

Guerreira mulher que esconde jeito infantil e seduz o mais audaz entre os homens. Que entende sobre os mistérios do coração, traduzindo em gestos os vocábulos de centenas de poetas que jamais desistirão de explicar o amor. Ah, mulher que não sabe a força que carrega no caminhar, quando sequer percebe os pássaros orquestrando sua passagem sobre os arbustos que julgam palco.

Mulher que ainda ferida por desilusões encontra força para cicatrizar, com perfeição, resquícios de bravas batalhas. Doce engano, eu pensava não encontrar incontáveis qualidades em uma só pessoa até encontrar você. Mulher, única, produzida por Deus, que perfeito em toda sua obra, céu, ar, terra e mar, resolveu iluminar ainda mais a vida de todos que a cercam colocando você em seus caminhos. Mulher-estrela que dispensa adjetivos por traduzir-se apenas como Mulher Divina.






E que venha 2011!


;)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cuida de mim

Fundamentalmente... lutando para me tornar um ser humano melhor.

Com espírito renovado.


Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer às vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
"Tanto faz" não satisfaz o que preciso
Além do mais quem busca nunca é indeciso

Eu busquei quem sou...

Você pra mim mostrou...

Que eu não sou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto eu cuido de você!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Informal

E tudo aconteceu... como um sonho.

Antes de tudo... era alguém peculiar. Que se importava tão intensamente com os que amava... que por muitas e muitas vezes, era prejudicado por isto. Receptivo, tão intensamente receptivo... que servira de psicólogo por muitas e muitas vezes.

E, por motivo que seja... era visto, constantemente e com alarmante frequência... como um bom moço.

Sabe, bom moço?

E aqui, os machistas que, por favor, me perdoem; se há coisa na qual sou seguro em mim mesmo... é minha opção sexual (no caso, o heterosexualismo). Mas definirei, sob um olhar feminino e realista, a visão da coisa:

Existe o cara gato. Existe o cara gostoso. Existe o cara sexy.

De todos estes... sabe quem eu sou? O bom moço. Que nem é o cara gato, quiçá o cara gostoso e, sob a maioria dos pontos de vista, não sexy; não. Era o bom moço. Romântico, bonzinho, preocupado, atencioso... enfim.

Como todos os rótulos constantemente utilizados, uma hora, é claro, me revoltei com tal visão e resolvi ser diferente. E, para minha surpresa absoluta... eu cheguei lá.

Não que tenha virado o gato, o gostoso ou o sexy; não. Mas deixei de ser o bom moço para me tornar outro alguém; sob personalidade desconhecida e não rotulável, creio.

Enfim.

É óbvio que todos estranharam tal mudança de postura, e a maioria não gostou. Mas era exatamente isso o que eu esperava... experimentar. Viver. Ser livre, finalmente, livre...

e consegui. Consegui ser livre, consegui manter uma postura forte, ser um exêmplo diferente, trabalhador, estudioso, e até, acredite se quiser... desejado. De uma maneira estranha e irracional... desejado.

Logo, percebi que, como tudo na vida, tal postura tinha seu lado bom... e, é claro, seu lado ruim. E, no ápice de minha nova fase, é claro... eu precisei mudar. Voltar às origens, o bom moço, o cara legal.

E descobri que, realmente, eu sou assim. Acho que me vêem assim e sei que gosto de ser assim, no fundo, me faz bem, me faz feliz.

E tudo isto ocorreu... quando eu conheci a mulher que imagino ser o amor da minha vida.

E hoje, confesso, sofro o que sofro... por ser bom moço. Por dar valor extremado a passados retrógrados. Por ser clássico. Por ser romântico e, por conscequência... ser ciumento. E por me importar demais com as coisas. E por ser exatamente assim... complicado e perfeitinho. Enfim. Sei que sofro e sei que todo esse sofrimento vai passar. E que isso me fortalecerá, mais uma vez. E que os monstros que agora me perseguem... vão ser absolutamente vencidos... por amor. E assim por diante.

Eu jamais pensei que fosse, um dia, capaz de amar novamente (por tanto ter amado e tanto ter sofrido no passado). Até descobrir que, outrora... eu deixara, há tanto, de amar (se é que, de fato, amei). E que, no presente... eu sei, verdadeiramente eu sei... o que é amor.

Minha luta é diária. Para ser um ser humano melhor... pois é isso o que verdadeiramente importa.

E, por fim, quero me libertar. Me libertar de todo o ruim que nos cerca pois, é claro... não existe mais eu sem você.

Sem mais.


Crazy Diamond.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Dois corações e uma história

Encontrei minha paz no teu sorriso
Minha força no teu existir.
São dois corações
Num mesmo destino,
Num mesmo segredo...
São dois corações numa mesma vida,
Que se encaixam perfeitamente,
E dependem um do outro.
Apenas um coração seria solidão,
Seria um céu nublado sem estrelas,
Seria um espetáculo sem público,
Um coração sem sentimentos...
A alma se identifica,
Quando há uma história de Dois Corações.
As estrelas renascem
E o espetáculo é aplaudido de pé.
A força de Dois Corações
É imensa,
Ultrapassa o tempo
E navega com a
Felicidade!!!

Te amo. E, se é que isto é possível, cada vez mais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Teorema

Quando paro, devaneando, a refletir...
Reflito, a devanear, sobre meu passado.

E penso, concomitantemente, de quantas turmas fiz parte...

A turma dos estudos quando criança...
A turma do futebol na rua, ainda criança...
A turma que fugia da escola para ir ao shopping quando adolescente...
A turma das "matinês" das baladas paulistanas quando adolescente...
A turma da praia aos finais de semana, ainda como adolescente...
A turma da faculdade, na fase adulta...

E assim por diante.

Atualmente, faço parte da turma do jurídico, em meu trabalho... e da turma da música, que é, definitivamente, minha turma.

Agora, perguntem-me: De tudo o que passei... quem ficou? São, apenas, lembranças. Doces lembranças, diga-se de passagem. As turmas se findaram e cada pessoa importante de outróra... seguiu seu caminho, pois assim, infelizmente (ou talvez felizmente, para alguns casos), é a vida.

As pessoas vem e vão.

...

Mas há alguém... que, em minha vida, tornou-se atemporal.
Há alguém... que independe do tempo; estará em minha vida sempre, ou assim, ao menos, espero.
Há alguém... que não será iguais as turmas; há alguém que não será uma fase; há alguém que supera qualquer dificuldade existente...

Pois, caros amigos leitores, somente um sentimento resiste ao tempo: O amor.

Ah, o amor...
O amor é como uma flor
Que cresce e embeleza... nossos corações.

É a dor não sentida
A realidade da vida
É vida num mundo de fantasias, de alegria e de sabor.

A alegria e a tristeza
São vividas e não definidas...

É sorrir sem motivo
É andar e não se cansar
É poder e querer
É sonhar e não querer acordar
É simplesmente... te olhar. Só te olhar, para saber.


Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença... até que a morte nos una a eternidade de outras vidas.


Sei muito bem; as coisas vem e vão. Os empregos passam, a faculdade passa, o dinheiro entra, o dinheiro sai; de nada disso, confesso, tenho medo na vida. Isto eu aprendi. Aprendi que o superficial, o material, se perde ao tempo e descobri também que não posso temer a isto. Eu só temo, em vida... perder a quem eu amo. Só o que é verdadeiramente importante para mim... é o amor. O amor que tenho, meu amor, por você!


E vejo flores em você.